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![]() PARATODOS.este é um espaço, dedicado paratodos aqueles amigos que realmente conhecem a alma e o paradoxo de um ser a procura da resposta... nesta longa jornada pela procura, espero contar com os perdidos, pois é com eles que está o achado maior .... olhaki_galera@hotmail.com25.7.03
a vida, meu amor, é uma grande sedução onde tudo que existe se seduz. eu não queria reabrir os olhos, não queria continuar a ver. os regulamentos e as leis, era preciso não esquece-los, é preciso não esquecer, que sem os regulamentos e as leis também não haverá ordem, era preciso não esquece-los e defende-los para me defender. Clarice Lispector já era tarde, os dois dormiam um sono recente, em mim o tal sono, ainda não havia chegado. reparava a meia lua que no céu se estampava, a noite era calma, pois as risadas que acabávamos de dar nos proporcionou a tranqüilidade do momento já. o mistério pairava me sobre a cabeça, o clima era de interrogação, o que cada um no seu leito sentia, e o pensar , qual era o pensar? o deserto da noite esteve vivo no lento ninar dos meus olhos. estava me reduzindo aos poucos ao que em mim era humano, e toda aquela complexidade da individualidade se esvaiu e veio o sono. Sonhei o sonho tranqüilo, sonhei o irreal, sonhei que éramos um só. a idéia de ser uma só pessoa me assusta, não quero ficar grudado a ninguém, toda a separação é dolorida um dia ela virá, para machucar ferir ou dilacerar ambas as partes. as siamesas iraniana comprovaram isso, por isso, ser várias pessoas como ripley ou o chacal ou um grande camaleão na vida real pode ser um bom objetivo. sei que me distanciei do sentimento nobre ao citar tal argumento, minha realidade subverte todo esse pensamento, e o que eu mais desejo é ser apenas uma só pessoa mesmo que a mal falada separação venha com seu lança chamas. sendo um só o afeto permanecerá, e só sendo um, é que conhecerei a face sublime do amor. hay dias notícias do mundo de cá pollyanna drika o estranho mundo de jack oh! hal9000 delírios ilícitos harry distante do mundo real pink freud roger nego ruivo tempo de violência |
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